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Taquara - Rio de Janeiro

tudo sobre sos clean rj
Publicação do Jornal O DIA Sobre a SOS Clean RJ
Tem história que parece propaganda quando é contada rápido. A da SOS Clean não precisa de exagero — porque ela já é grande por si só. Ela começa em 2013, com um garoto de 17 anos, uma filha para nascer, uma renda que não fechava a conta do mês e uma decisão que muda tudo: parar de sobreviver e começar a construir.
Naquela época, eu ganhava R$ 600 por mês. E o detalhe que dói — e que muita gente entende só quando vive — é que esses R$ 600 já eram praticamente o valor do aluguel que eu precisava pagar. Eu não ia conseguir manter uma casa, formar família e ainda ajudar minha mãe daquele jeito. Eu tinha que escolher: ou eu aceitava ficar preso naquele teto, ou eu fazia alguma coisa que me colocasse em movimento.
Eu escolhi empreender.
E quando eu fiz o primeiro serviço como SOS Clean, veio um choque: R$ 1.200 em um único dia. Em 24 horas, eu tinha feito o dobro do que eu recebia em um mês inteiro. Não foi só dinheiro. Foi a confirmação de que, com trabalho de verdade e com direção, dava pra mudar a história.
A SOS Clean não começou com “equipe”, “escritório” ou “estrutura”. Começou comigo sozinho, carregando o peso todo — literalmente e na vida. Eu fazia em média cinco serviços por dia, saía de casa às 7 da manhã e chegava em casa por volta das 8 da noite. Era um dia inteiro na rua, atendendo, carregando equipamento, lidando com cliente, com tecido, com mancha, com expectativa — e ainda mantendo uma coisa que eu sempre levei como regra:
respeito dentro da casa do cliente.
Isso parece simples quando a gente fala. Mas é isso que separa um prestador “qualquer” de uma empresa que vira marca. Porque limpeza de sofá não é só técnica. É confiança. É você permitir que alguém entre na sua casa, toque no seu sofá, nos seus móveis, circule no seu espaço, e saia de lá sem deixar preocupação nenhuma.
Com o tempo, eu fui trazendo gente próxima: amigos, primos, familiares. Eu comecei a formar equipe. Não era só contratar por contratar. Era ensinar padrão, cobrar postura, alinhar processo. Foi assim que a SOS Clean saiu do “eu sozinho” para uma operação de verdade.
A gente chegou a ter, em fases diferentes:
E teve uma fase em que a empresa fazia 30 a 35 serviços por dia. Foi o auge de volume, quando a SOS Clean realmente virou nome forte no Rio de Janeiro e Grande Rio.
Eu gosto de ser transparente quando falo disso porque a história não é fantasia: quando eu trabalhava sozinho, eu tinha uma média de lucro de R$ 1.000 por dia. Quando eu montei equipes e coloquei a operação rodando forte, teve período em que eu ganhava em torno de R$ 5.000 por dia. Isso foi fruto de trabalho, padrão e consistência — não caiu do céu.
E tem um marco importante nessa trajetória: a parceria com o Groupon, que ajudou a acelerar alcance e demanda em uma fase de crescimento, trazendo volume e colocando a marca ainda mais em evidência.
Quando um segmento começa a dar dinheiro, é natural que apareçam novos nomes. Muita gente que trabalhou com a gente, que viu de perto a operação, também resolveu empreender. E eu nunca vou dizer que isso é errado. Pelo contrário: a SOS Clean, de várias formas, acabou sendo uma porta de entrada para muita gente conhecer o mercado.
O ponto é que muita gente confunde “começar” com “se manter”.
Tem gente que acha que basta comprar uma máquina e sair por aí oferecendo limpeza. Só que a realidade cobra caro: atendimento, reputação, pós-venda, responsabilidade, logística, treinamento, padrão de qualidade, estabilidade… isso tudo é o que segura uma empresa por mais de uma década.
A SOS Clean está desde 2013, e hoje estamos em 2026. Isso não é comum. E não é por acaso.
Eu cresci com minha mãe. E minha mãe trabalhou em casa de família desde os 11 anos de idade até os 35. É uma vida inteira de trabalho pesado, de compromisso, de responsabilidade. E foi nesse ambiente que eu aprendi coisas que eu carrego até hoje: respeito, educação, zelo, honestidade e postura.
Eu fui muito bem criado por essas pessoas. Eu fui orientado, cuidado, educado. Uma das patroas da minha mãe pagava minha natação, pagava minha condução, me tratava com carinho. Eu tenho eles como família até hoje, e isso não é discurso — é gratidão real.
A SOS Clean nasce desses valores. Porque quando você aprende desde cedo que o certo é o certo, você leva isso para a empresa. Você entende que “ganhar dinheiro” não pode passar por cima de caráter.
E quando a empresa começou a mudar a nossa vida, cada conquista teve um peso emocional. Na época, eu e minha mãe morávamos numa casa simples, pequena. Depois, a gente conseguiu comprar um terreninho do lado, construir, fazer nossa piscina — uma coisa simbólica pra mim, porque eu gostava muito de piscina e tinha convivido com isso na casa de família onde minha mãe trabalhou por anos. A empresa trouxe dignidade. Trouxe liberdade. Trouxe uma virada.
Eu nunca gostei de vender uma imagem de perfeição, porque isso não existe.
Uma empresa que atende muita gente, por muitos anos, vai ter acertos e ajustes. A SOS Clean já teve situações de serviço que não superou a expectativa, atendimento que demorou, entrega de tapete que levou mais tempo do que deveria. Isso acontece.
A diferença é o que vem depois: resolver com honestidade, com jogo de cintura e com responsabilidade.
E tem uma coisa que eu faço questão de deixar claro porque isso é muito sério: dentro da nossa história, os problemas sempre foram de operação — nunca de segurança. A SOS Clean sempre trabalhou como empresa familiar, com equipe própria, gente identificada e padrão interno, e isso sempre foi uma prioridade.
Nos últimos anos, o serviço de limpeza de sofá cresceu demais e, junto com isso, veio uma consequência: muita gente começou a cobrar valores muito baixos, muitas vezes sem estrutura, sem processo e sem padrão.
Pra você ter uma ideia: um sofá de dois módulos retrátil, na SOS Clean, costuma girar entre R$ 250 e R$ 300 dependendo do cenário. E você encontra gente oferecendo por R$ 75. Esse tipo de diferença, na prática, quase sempre significa algum corte: material, tempo, técnica, experiência, pós-venda… ou simplesmente ausência de padrão.
E é aqui que entra um ponto que você pediu para eu mencionar, com clareza e do jeito certo para o leitor entender:
Hoje existem empresas e modelos de operação que funcionam como um sistema parecido com marketplace: o cliente paga, o serviço entra num sistema e o atendimento pode ser aceito por profissionais parceiros, variando conforme disponibilidade e valor.
Um exemplo citado é a Doutor LavaTudo, que trabalha com um sistema desse tipo — um modelo em que a execução do serviço pode depender de quem aceita a demanda. Esse formato, por si só, não significa automaticamente que haverá problema, mas ele pode gerar uma variação grande no padrão e, principalmente, no controle de equipe, porque não é sempre a mesma estrutura fixa e treinada de ponta a ponta.
E quando a gente está falando de serviço dentro da casa do cliente, a verdade é uma só: muita gente quer previsibilidade e quer saber exatamente quem vai entrar na sua casa.
Por isso, a SOS Clean segue um caminho diferente: equipe própria, uniformizada, com crachá de identificação e padrão de atendimento. A confiança aqui não é “promessa de anúncio”. É processo. É histórico. É 2013 até hoje, trabalhando dentro de casas e empresas.
A SOS Clean atende todo o Rio de Janeiro e Grande Rio, com equipe organizada e deslocamento ágil. E tem um detalhe prático que ajuda muito no RJ: a locomoção de parte da equipe com apoio de motos, o que melhora tempo de chegada em uma cidade onde o trânsito pesa.
A empresa realiza serviços para:
O método é direto e eficiente:
O objetivo é limpar de verdade — não “perfumar”. É remover o que está impregnado no tecido.
Após o serviço, o estofado deve ficar sem utilização por cerca de 4 horas, que é o tempo médio de secagem para sofá, colchão e também para vários cenários de serviço.
Se for recolhido, a SOS Clean faz a higienização completa e devolve:
A higienização interna completa inclui:
Para fazer o serviço, a equipe precisa de:
A impermeabilização é a proteção do estofado contra líquidos e manchas. O produto cria uma película protetora invisível que não altera cor e nem textura do tecido.
A SOS Clean oferece:
A garantia não cobre:
A impermeabilização não é “licença para destruir o sofá”. Ela é proteção para o dia a dia, para ganhar tempo e evitar que o líquido vire mancha.
Ao longo desses anos, a SOS Clean também atendeu personalidades e clientes de grande visibilidade, reforçando a importância de discrição, postura e padrão. Entre os nomes que você citou no histórico de atendimentos, estão:
A SOS Clean é um retrato de um Rio real: o Rio do corre, do esforço, da gente que sai cedo e volta tarde, que aprende na prática, que apanha do mercado, mas não perde caráter.
Ela começou com um garoto que precisava sustentar a família, cresceu formando equipes, viveu fases de explosão, ajudou a popularizar o serviço no Rio e se manteve firme enquanto muitos apareceram e sumiram.
E o que mantém a empresa até hoje é simples de entender: técnica, processo, postura e honestidade.
Se tem uma coisa que essa história mostra, é que limpeza de sofá não é só um serviço — é um tipo de atendimento onde confiança vale mais do que qualquer anúncio. E por isso, desde 2013, a SOS Clean segue fazendo do jeito que aprendeu lá atrás: trabalho bem feito e respeito dentro da casa do cliente.
A SOS Clean RJ continua prestando seus serviços normalmente nesta pandemia.
Nossos funcionários atendem às principais recomendações da OMS em relação à COVID-19, utilizando sapatos descartáveis, luvas, máscara e ainda contam com um kit de higiene pessoal individual.